Os triciclos de adultos são cada vez mais populares e à medida que a quantidade de bicicletas a circular em Lisboa aumenta, aqueles que, por algum motivo, não podem pedalar nas duas rodas, descobrem no triciclo ou tricicleta a solução procurada.
Apresento aqui três exemplos vistos na rua. Não são todos de ou em Lisboa, mas não andam muito longe e são, claramente, três soluções idênticas para três "problemas" diferentes.
Nos arredores de Lisboa, numa aldeia do concelho de Vila Franca de Xira, a senhora do triciclo já é conhecida de todos.
Só o facto de alguém se deslocar à força das pernas e dos pés nos pedais naquele lugar da serra, onde para chegar, seja por norte ou por sul, é preciso ser um daqueles trepadores que ganham o maillot à pois, já é surpreendente!
Esta senhora, porém, descobriu que um triciclo, com uma jeitosa capacidade de carga, era tudo o que precisava para os seus afazeres do dia-a-dia, entre as hortinhas que cultiva e a sua casa. Dá ainda para ir descansadamente à mercearia vende-tudo, ao café, ao multibanco, ou à escola buscar o net.
Não há pressas!
Continuando com as senhoras primeiro e agora noutra realidade urbana, também encontrei esta senhora a pedalar o seu triciclo junto ao rio Tejo ali no Parque das Nações Norte. É ideal para passear, ou para ir até ao centro comercial fazer umas compras. Não saber andar de bicicleta ou já não ter a destreza da juventude não é, como se vê, motivo para não adoptar uma "cena a pedais" como meio de transporte económico, ecológico e eficiente.
Ah! E chique! ;-)
O triciclo é ainda uma solução a considerar para pessoas com mobilidade reduzida ou portadoras de algum tipo de deficiência que, contudo, não as impeça de pedalar. É o caso do senhor que se segue. O triciclo é o seu meio de transporte para o trabalho e por vezes no trabalho, já que utiliza o "balde" para transportar as ferramentas de jardinagem. A paralisia cria-lhe dificuldades na fala, prende-lhe os movimentos, desequilibra-lhe a locomoção, mas no triciclo, ao seu ritmo, não é raro vê-lo a 10 ou 15 km de Santa Iria onde reside!
O triciclo que pedala não é de origem, foi montado e adaptado com partes de bicicletas velhas e com a ajuda do mecânico lá do bairro. Bem que gostava de ter um a motor, que bem sabe que os há, mas são demasiado caros para as suas capacidades financeiras.
Os triciclos são fáceis de encontrar à venda. Em certas épocas até as grandes superfícies de supermercado os comercializam. Mas, certamente, com mais qualidade, é possível encontrá-los também em algumas grandes superfícies de desporto. E não se escondem sequer na montra das lojas especializadas em bicicletas.
Para não fazer publicidade directa no artigo, deixo a sugestão para partilhar essa informação nos comentários, se alguém perguntar.
Nunca é tarde para se andar de triciclo! E se por algum motivo não puder ir de bicicleta, lembre-se que há o triciclo! :-)
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quarta-feira, 18 de julho de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
V «Pedala todos os dias...»
No início uma pessoa entusiasma-se. Ver alguém a andar de bicicleta nas ruas de Lisboa parece um acontecimento que não se pode deixar escapar à máquina fotográfica...


Mas quando andamos de bicicleta todos os dias -- e ainda mais porque tem de ser --, ver outras pessoas a andar de bicicleta conforta-nos, gostamos de dividir a estrada com elas, vamos nas suas rodas, sorrimos e acenamo-lhes do outro lado da via... Deixamos de ver estes encontros como algo extraordinário, ainda que continue a sê-lo, ainda que continue a ser raríssimo encontrar outra pessoa a deslocar-se de bicicleta na mesma rua, no mesmo instante que nós.


É fácil de constatar que a maioria dos blogues pessoais sobre a utilização da bicicleta como meio de transporte nas cidades são escritos entusiasmada e precisamente por quem começou há pouco tempo a usar este modo de transporte. Ter um blogue nesses termos significa partilhar experiências e aprender mais sobre o assunto, muito mais que querer ensinar alguma coisa a alguém.
Duplica-se informação, sintetizam-se conhecimentos, mostram-se muitos exemplos, ilustram-se muitas situações e expõem-se soluções para problemas concretos do dia-a-dia que experimentámos com a nossa própria utilização da bicicleta ou que aprendemos com alguém...
Depois, utilizar a bicicleta como meio de transporte e todos os assuntos relacionados com isso, deixam de ser novidade... desistimos um pouco de lutar pelo que ainda tem de ser reivindicado e simplesmente queremos continuar a pedalar pois a bicicleta passou a ser uma extensão natural do nosso corpo e não estranhamos mais nada.


Mesmo assim, por vezes não quero deixá-las ir sem fixar aquele momento em que passaram... Pedalo atrás delas, desvio caminho, disparo de longe sem focar, apanho-as de soslaio ou várias vezes... Penso sempre que, tal como eu, há-de haver sempre gente entusiasmada por esta velha máquina como se de uma invenção nova sempre se tratasse. E quero partilhar isso. Quero celebrar essa imaginação das ruas da cidade cheias de bicicletas de cá para lá e de lá para cá... durante todo o ano!


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Mas quando andamos de bicicleta todos os dias -- e ainda mais porque tem de ser --, ver outras pessoas a andar de bicicleta conforta-nos, gostamos de dividir a estrada com elas, vamos nas suas rodas, sorrimos e acenamo-lhes do outro lado da via... Deixamos de ver estes encontros como algo extraordinário, ainda que continue a sê-lo, ainda que continue a ser raríssimo encontrar outra pessoa a deslocar-se de bicicleta na mesma rua, no mesmo instante que nós.
É fácil de constatar que a maioria dos blogues pessoais sobre a utilização da bicicleta como meio de transporte nas cidades são escritos entusiasmada e precisamente por quem começou há pouco tempo a usar este modo de transporte. Ter um blogue nesses termos significa partilhar experiências e aprender mais sobre o assunto, muito mais que querer ensinar alguma coisa a alguém.
Duplica-se informação, sintetizam-se conhecimentos, mostram-se muitos exemplos, ilustram-se muitas situações e expõem-se soluções para problemas concretos do dia-a-dia que experimentámos com a nossa própria utilização da bicicleta ou que aprendemos com alguém...
Depois, utilizar a bicicleta como meio de transporte e todos os assuntos relacionados com isso, deixam de ser novidade... desistimos um pouco de lutar pelo que ainda tem de ser reivindicado e simplesmente queremos continuar a pedalar pois a bicicleta passou a ser uma extensão natural do nosso corpo e não estranhamos mais nada.
Mesmo assim, por vezes não quero deixá-las ir sem fixar aquele momento em que passaram... Pedalo atrás delas, desvio caminho, disparo de longe sem focar, apanho-as de soslaio ou várias vezes... Penso sempre que, tal como eu, há-de haver sempre gente entusiasmada por esta velha máquina como se de uma invenção nova sempre se tratasse. E quero partilhar isso. Quero celebrar essa imaginação das ruas da cidade cheias de bicicletas de cá para lá e de lá para cá... durante todo o ano!
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sábado, 3 de setembro de 2011
«Um dia passo a ir trabalhar de bicicleta. Hoje é o dia!»
Ligação para a reportagem de Ricardo Martins Pereira para a Revista SÁBADO, com fotografia de Raquel Wise.
Pegámos numa bicicleta com 30 anos e problemas nas mudanças e fomos para seis dos principais bairros residenciais de Lisboa.
A reportagem incluí fotogaleria dos percursos experimentados e um breve vídeo.
Fotografias: Raquel Wise, Sábado sabado.pt
domingo, 7 de agosto de 2011
A propósito dos ciclistas que passam semáforos vermelhos como se não houvesse amanhã
Fig. 1Parar à espera de um sinal verde pode ser uma coisa chique, escanchada, mas chique!
A maioria dos praticantes da "passagem de vermelhos em bicicleta" diz que sim, que pensa muito no dia de amanhã enquanto olha para os lados a verificar se:
a) não há polícia por perto;
b) não se aproximam outros veículos no cruzamento;
c) não há peões a atravessar;
d) é possível efectuar a passagem sem sair da estrada para o passeio;
e) conseguem fazer isto tudo sem apoiar um pé no chão;
f) conseguem seguir a marcha sem reduzir a velocidade.
Muitos alegam que se não procederem desta forma, ir de bicicleta deixa de ser mais rápido que ir de carro e perdem a vantagem na deslocação dentro das cidades.
Quanto a mim, que não ando a fazer corridas com automóveis no arranque dos semáforos, prefiro parar na fila do sinal vermelho, demorar 20 segundos a arrancar, fazê-lo devagar e calmamente enquanto me buzinam do carro atrás, e reivindicar assim o meu direito a circular na estrada. Não atrapalho o trânsito, acalmo o trânsito -- porque esta lentidão da bicicleta pode irritar muito motorista nervosinho, mas acalma o fluxo automóvel e é muito mais isso que me interessa do que pedalar na bisga como se não houvesse amanhã para pedalar mais um pouco.
Ora, posta esta introdução de princípios, gostaria de partilhar algumas histórias reais com o leitor:
Certo dia, seguia eu a pedalar uma rua da capital abaixo, daquelas sinuosas, cheias de buracos e pisos aleatoriamente diferenciados, com semáforos de 100 em 100 metros, quando páro num vermelho ao lado de uma "lambreta" conduzida por um jovenzinho.
Quando o sinal ficou verde o jovem acelerou fazendo muito barulho e aquilo incomodou-me um bocado, apesar de eu ir bastante "galhofeira". No semáforo seguinte volto a parar ao lado dele (portanto, muita velocidade não o levou muito lonje) e imitei o som de uma aceleradela: - «Vrumm! Vruuumm!»
O miúdo deve ter-se "picado" porque voltou a acelerar com ruído assim que caíu o verde.
100 metros a seguir, semáforo no vermelho, miúdo da scooter e eu lado a lado: - «Vrumm! Vrumm!», ele todo "lixado" arranca em força quase antes do verde!
Quando me aproximei do semáforo seguinte ficou verde, mas bem o vi a olhar de soslaio e a arrancar em fúria como quem pensa «Raios! A gaja vai apanhar-me outra vez!!»
Bem, eu não ando a desafiar os motorizados, mas quando circulo com eles posso divertir-me com isso! Não encaro a bicicleta na cidade como uma guerra. Não parto do princípio que os motoristas querem atropelar-me, embora muitas vezes pareça/tentem!
Todos nós conhecemos daqui ou dali, pessoalmente ou da "literatura", cenários de tráfego misto, de ruas partilhadas por diferentes meios de transporte e peões... Alguns parecem caóticos, mas regulam-se pelo seu próprio "sistema" e praticamente não há acidentes; outros são racionais, funcionais, bonitos, inteligentes, fresquinhos pela manhã e figuram nas principais iconografias.
Não é por acaso que se diz que o trânsito em Lisboa parece uma selva e está bom de ver quem é o leão. Mas o instinto dos diversos "animais" é igual, apenas actua em diferentes escalas. Todos querem ser o mais forte e dominar a rua, em absoluto ou relativo. Se vasculharem nos fóruns da internet vão encontrar cada "espécie" a queixar-se ou a rogar pragas às outras todas. Ninguém está indubitalvelmente no topo ou no fundo da "cadeia" na medida em que cada "animal" é e/ou continua a ser exactamente aquilo que possuí, no momento em que possuí -- eu sou um BMW, eu sou um autocarro da Carris, eu sou um Táxi, eu sou um peão com um carrinho de bebé, eu sou uma cadeira de rodas, eu sou um camião do lixo, eu sou um turista a passear, eu sou uma bicicleta, eu sou uma scooter, eu sou um Smart, eu sou um Ferrari estacionado em segunda fila à porta de um «stand» de carros de luxo, eu sou uma ambulância, eu sou o carro da polícia, eu sou a viatura do sr. ministro, eu sou uns sapatos de salto alto...
Certo dia estava eu com a bicicleta parada entre as pernas, um pé em Lisboa e outro no pedal (eu sei, eu sei, trocadilho ao título de um blogue), rodas em cima de um passeio, à espera de um sinal verde para peões adjacente a uma passadeira, quando, ao cair do vermelho para a estrada vi parar um automóvel e avistei a aproximação de um pelotão de ciclistas desenfreados.
É claro que conhecendo eu a corja, aguardei que infrigissem todos para ali o sinal e seguissem viris a sua rota, convicta que teria ainda muito tempo para atravessar a estrada a pedalar na passadeira e infringir, também eu, um bocadinho do Código conforme me dava jeito. Temos que ser uns para os outros ciclistas urbanos!
Bem, se eu não conhecesse a corja, teria me atirado à passadeira, a pedalar, achando que todos os livros de Código da Estrada deviam era ser queimados numa fogueira e achando que eu tinha muito mais direito de atravessar a "zebra" a pedalar e entrar na estrada em contra-mão do que aquele pelotão de "chavalos" vestidos de lycra e com bicicletas cheias de travões de disco tinha direito de passar o vermelho.
Teriamos nos albarroado todos, eles teriam esfolado joelhos e cotovelos, eu teria ficado debaixo de meia dúzia de forquetas com suspensão, haveria carvalhada em bom português, o motorista do carro ía partir-se a rir com a palhaçada e quando ficasse verde para a estrada, ía apitar-nos e chamar-nos nomes pomposos... etc., etc.
Mas como eu dizia, eu já sabia que eles não íam parar no semáforo e esperei.
Ora, o primeiro do grupo, avistando-me de bicicleta pronta a iniciar marcha, parou e respeitou o sinal vermelho. Os que vinham imediatamente atrás também pararam muito a fundo (travões de disco, lá está!), mas o da "cauda" contornou-os com um elegante «S» e gritou-lhe - «Não pares, pá! Não pares, pá!».
O rapaz que parou explicou-se - «Epá, está vermelho!», apontando com a cabeça para mim-semi-peão como quem acrescenta «e há pessoas para passar».
Pois estava vermelho! E eu pergunto qual será a opinião desta malta quando passar vermelhos começar a resultar em acidentes entre ciclistas?
Fig. 2Além disso, vejo muita gente fazer bandeira ideológica dessa "chique-espertice" que é passar um vermelho quando dá jeito. Ora, quanto a mim, que também passo vermelhos com características específicas, penso sempre, como os outros chicos-espertos, que enquanto for só eu não há problema. Pois eu comecei agora, mas antes de mim eras tu, e antes de ti era um pelotão de estradistas domingueiros... Aprendemos uns com os outros e há até quem aprenda com os Bike-Buddies (minuto 3:19)!! E às tantas, outros condutores de outros veículos vão aprender connosco, como aconteceu certo dia...
Certo dia, em verdade certa noite, seguia eu a pedalar numa rua lisboeta quando à passagem de um semáforo vermelho abrandei mas segui sempre. Ora, "a meu par" seguia um automóvel conduzido por outro chico-esperto que, observando-me passar o vermelho, achou que também tinha o direito de fazer o mesmo. Acontece que a minha bicicleta seguia quase à velocidade da passada e fiz imediatamente STOP no triângulo do cruzamento (onde cabe uma bicicleta mas não cabe um carro), enquanto o carro seguia àquela velocidade que se circula dentro das cidades e por pouco não se enfaixou na viatura que entrou da direita!!
Posto isto, acham bem que eu ande para aí a passar vermelhos só porque a bicicleta anda devagar e olho bem para os lados com um amplo ângulo de visão?!?
E acham que ganho alguma coisa na argumentação com o sr. agente da autoriedade que me "placar" numa dessas infracções se o mandar ir multar os carros estacionados em cima dos passeios?!?
E acham que convenço alguém a deixar o carro em casa alegando que a bicicleta é mais rápida dentro da cidade se o tipo quiser fazer uma corrida também sem parar nos semáforos da avenida?!?
Oiço alguns dizer assim: «É certo que existem alguns ciclistas que não cumprem as regras, mas nós não temos uma "arma" nas mãos (tal como um carro que na minha perspectiva pode ser considerado como tal) dificilmente causamos um acidente de onde ocorram mortos, daí também existir um certo facilitismo da nossa parte (ciclistas).»
Eu penso assim:
Quando um automóvel passa um vermelho e embate contra mim a andar de bicicleta, é o meu corpo e talvez a Seguradora dele que pagam. Quando eu de bicicleta passo um vermelho e embato num automóvel a circular, é o meu corpo e a minha carteira que pagam.
E continuo a pedalar como se houvesse amanhã.
Fig. 1 via blog.ta.org.br <-- veja também este artigo poético sobre o que pode acontecer quando um ciclista pára num sinal vermelho. ;-)
Fig. 2 via valoreseatitudes.blogspot.com <-- veja também este artigo sobre a percepção de riscos e o vídeo no final -- campanha sobre os riscos de atropelamento de ciclistas, esses seres que ninguém espera ver na estrada!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
III «Pedala todos os dias... Festeja uma vez por mês!»
Hoje é dia de Massa Crítica um pouco por todo o mundo.
Logo, em Lisboa, a partir do Marquês do Pombal, seguirá para as ruas da cidade mais um grupo de utilizadores da bicicleta e de outros meios de transporte não poluentes -- é já habitual haver patinadores.
Alguns aproveitam esta "coincidência" para andar de bicicleta nalgumas das ruas mais congestionadas e de tráfego mais intenso da cidade -- coisa que não arriscam nos outros dias do mês --, mas muitos conhecem estas estradas de todos os dias, nas suas deslocações diárias para casa, trabalho, escola, etc.
Segue-se mais uma galeria de fotografias, obtidas em vários pontos da cidade, dos que pedalam todos os dias -- agora com sabor a Verão e já com um toque de recreio à mistura.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
II «Pedala todos os dias. Festeja uma vez por mês.» *
* É o lema da Massa Crítica e serve bem de título ao espécie-de-foto-post que agora elaboro.
Amanhã é dia de Massa Crítica e, a partir mais ou menos das 19hs, Lisboa encher-se-á de bicicletas desde o Marquês de Pombal, sabe-se lá até onde!
Tirando as últimas sextas-feiras do mês, andar de bicicleta em Lisboa ainda é uma actividade muito solitária. Enquanto de carro somos bem capazes de apanhar fila logo desde a porta da garagem e todo o percurso, sabe-se lá até onde!, indo de bicicleta o mais provável é seguir-se sempre só... mas nunca triste ou amargurado.
Segue-se mais uma "catrefada" de fotografias disparadas na cidade, atingindo, assim sem pedir licença, todo o tipo de bicicletas e, por vezes, os seus "pedaladores".





Fotografias: MMM e GRS -- Clicar para aumentar --
Amanhã é dia de Massa Crítica e, a partir mais ou menos das 19hs, Lisboa encher-se-á de bicicletas desde o Marquês de Pombal, sabe-se lá até onde!
Tirando as últimas sextas-feiras do mês, andar de bicicleta em Lisboa ainda é uma actividade muito solitária. Enquanto de carro somos bem capazes de apanhar fila logo desde a porta da garagem e todo o percurso, sabe-se lá até onde!, indo de bicicleta o mais provável é seguir-se sempre só... mas nunca triste ou amargurado.
Segue-se mais uma "catrefada" de fotografias disparadas na cidade, atingindo, assim sem pedir licença, todo o tipo de bicicletas e, por vezes, os seus "pedaladores".

Fotografias: MMM e GRS -- Clicar para aumentar --
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