Aqui estão dois episódios caricatos de pessoas a passear o cão enquanto andam de bicicleta.
Os cães gostam de bicicletas, é sabido. Gostam sobretudo de as perseguir e ladrar aos ciclistas. Os cães adoram os seus donos, é sabido, e fazem tudo para lhes agradar. Adoram sobretudo alinhar com os seus donos em brincadeiras, correrias e maluquices. Se for tudo junto, então, os cães estão lá! :-)
As imagens seguintes foram captadas na ciclovia do Tejo em Junho
e no Parque das Nações Norte em Março, respectivamente.
Equanto na primeira situação o rapaz, adulto, instalou no selim um dispositivo artesanal que atrela o animal, no episódio do rapaz, criança, com capacete integral e uma bicicleta com muitos, muitos mais anos que ele, o objectivo era outro. O miúdo segurava na trela do cão e incentivava-o a puxar, ou seja, queria uma bicicleta com tracção animal! Porém, o cão ficava sempre para trás e a perseguir a bicicleta!
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Um "chapuzón" na publicidade a pedais!
Assim de repente parece em Espanha, devido ao anúncio, mas foi aqui em Lisboa, há alguns dias. Circulavam entre as avenidas novas, da República para a 5 de Outubro, quando os avistei.
domingo, 24 de junho de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
VI Pedala todos os dias... e estaciona em segurança!
Amanhã é dia de Massa Crítica um pouco por todo o mundo, por isso e como vai sendo habitual deste blogue, hoje saúdo aqueles que pedalam todos os dias.
Apresento uma galeria de fotografias captadas em Lisboa, ao longo de 2011 e 2012, de bicicletas estacionadas. Podem jogar ao quem é quem, se reconhecerem a bicicleta de alguém, ou podem recordar algumas bicicletas entretanto desaparecidas...
Clicar nas imagens para aumentar!
Apresento uma galeria de fotografias captadas em Lisboa, ao longo de 2011 e 2012, de bicicletas estacionadas. Podem jogar ao quem é quem, se reconhecerem a bicicleta de alguém, ou podem recordar algumas bicicletas entretanto desaparecidas...
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sexta-feira, 18 de maio de 2012
Saiba porque este blogue pode sair-me caro!
Andar de bicicleta na cidade é ainda tão extraordinário que, quando o fazemos, passamos a ver bicicletas em todo o lado.
Estamos sempre a reparar nelas, nunca queremos andar sozinhos. Nunca deixa de ser novidade. Actualmente aparecem em todo o lado, são uma tendência na publicidade, ajudam a vender tudo -- comida para fora, detergentes, automóveis, pronto-a-vestir, concertos de música e rolos de papel de cozinha -- e, ainda assim, não deixam de nos chamar a atenção.
Já escrevi sobre isto aqui e, em boa verdade, não tenho muito mais para fazer com este blogue.
Blogues que fotografam bicicletas em Lisboa há muitos, e o meu espólio pessoal começa a ser um exagero. Manter um blogue, mesmo que apenas de fotografias, exige uma disciplina e uma disponibilidade que já não tenho. Guardo as imagens para mim e continuo a pedalar. Mesmo que saiba que não vou publicá-las, o acto de sacar a fotografia da bicicleta que acabou de me passar à frente é automático.
Não há assim tantas bicicletas a circular em Lisboa como querem fazer-nos acreditar, mas é óbvio que essa é a melhor forma de vender a ideia -- equivale a vender automóveis mostrando estradas sem trânsito nem buracos. Porém, se estivermos focados para elas -- o que nos acontece naturalmente quando a bicicleta também é o nosso meio de transporte -- vêmo-las em todo o lado.
A semana que passou em Lisboa viveu um verão repentino e muitas das bicicletas que se escondem da chuva, saíram da toca como as lagartixas. Não tive lugar nos parques de estacionamento de bicicletas em duas das faculdades que visitei. Estavam lotados. Até a polícia (PSP) saiu a pedalar na zona do Parque das Nações.
É aí que quero chegar.
Muitas das fotografias que tiro a bicicletas em Lisboa são produzidas no trânsito, enquanto também eu vou a pedalar. Ora, utilizar o telemóvel durante a condução é uma contra-ordenação tão grave quer se vá de automóvel ou bicicleta.
Por isso estão a imaginar a posição em que me coloquei quando resolvi fotografar os agentes da PSP em bicicleta sem interromper a minha marcha, à entrada de uma grande rotunda! Acabei intersectada por um agente numa mota que me foi informando dos valores da multa.
Bem... talvez tenha corrido o risco de ver apreendida uma licença de condução que nem tenho... mas desta vez passou.
Portanto, esta conversa toda, foi só para vos explicar porque é que este blogue raramente é actualizado -- uma fotografia destas pode custar desde € 120 a € 600!
De resto tive direito a um panfleto da campanha rodoviária que ali se encontravam a promover junto dos utilizadores de veículos de 2 rodas... a motor. E como referiu o sr. agente, grande parte do que vem mencionado neste documento aplica-se aos utilizadores de velocípedes.
Por exemplo:
- «Não circule entre as filas de veículos. É perigoso e proibido.»
- «Não esqueça a manutenção do veículo. Garanta que está em perfeitas condições de circulação, mesmo para trajectos curtos.»
- «Adeque a velocidade ao estado do piso e garanta a distância de segurança.»
- «Ver e ser visto -- não ver os veículos de 2 rodas (a motor) é a causa de mais de 70% dos acidentes que são provocados por condutores de outros veículos.»
Estamos sempre a reparar nelas, nunca queremos andar sozinhos. Nunca deixa de ser novidade. Actualmente aparecem em todo o lado, são uma tendência na publicidade, ajudam a vender tudo -- comida para fora, detergentes, automóveis, pronto-a-vestir, concertos de música e rolos de papel de cozinha -- e, ainda assim, não deixam de nos chamar a atenção.
Já escrevi sobre isto aqui e, em boa verdade, não tenho muito mais para fazer com este blogue.
Blogues que fotografam bicicletas em Lisboa há muitos, e o meu espólio pessoal começa a ser um exagero. Manter um blogue, mesmo que apenas de fotografias, exige uma disciplina e uma disponibilidade que já não tenho. Guardo as imagens para mim e continuo a pedalar. Mesmo que saiba que não vou publicá-las, o acto de sacar a fotografia da bicicleta que acabou de me passar à frente é automático.
Não há assim tantas bicicletas a circular em Lisboa como querem fazer-nos acreditar, mas é óbvio que essa é a melhor forma de vender a ideia -- equivale a vender automóveis mostrando estradas sem trânsito nem buracos. Porém, se estivermos focados para elas -- o que nos acontece naturalmente quando a bicicleta também é o nosso meio de transporte -- vêmo-las em todo o lado.
A semana que passou em Lisboa viveu um verão repentino e muitas das bicicletas que se escondem da chuva, saíram da toca como as lagartixas. Não tive lugar nos parques de estacionamento de bicicletas em duas das faculdades que visitei. Estavam lotados. Até a polícia (PSP) saiu a pedalar na zona do Parque das Nações.
É aí que quero chegar.
Muitas das fotografias que tiro a bicicletas em Lisboa são produzidas no trânsito, enquanto também eu vou a pedalar. Ora, utilizar o telemóvel durante a condução é uma contra-ordenação tão grave quer se vá de automóvel ou bicicleta.
Por isso estão a imaginar a posição em que me coloquei quando resolvi fotografar os agentes da PSP em bicicleta sem interromper a minha marcha, à entrada de uma grande rotunda! Acabei intersectada por um agente numa mota que me foi informando dos valores da multa.
Bem... talvez tenha corrido o risco de ver apreendida uma licença de condução que nem tenho... mas desta vez passou.
Portanto, esta conversa toda, foi só para vos explicar porque é que este blogue raramente é actualizado -- uma fotografia destas pode custar desde € 120 a € 600!
De resto tive direito a um panfleto da campanha rodoviária que ali se encontravam a promover junto dos utilizadores de veículos de 2 rodas... a motor. E como referiu o sr. agente, grande parte do que vem mencionado neste documento aplica-se aos utilizadores de velocípedes.
Por exemplo:
- «Não circule entre as filas de veículos. É perigoso e proibido.»
- «Não esqueça a manutenção do veículo. Garanta que está em perfeitas condições de circulação, mesmo para trajectos curtos.»
- «Adeque a velocidade ao estado do piso e garanta a distância de segurança.»
- «Ver e ser visto -- não ver os veículos de 2 rodas (a motor) é a causa de mais de 70% dos acidentes que são provocados por condutores de outros veículos.»
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Hoje é o Dia Mundial do Livro
Sugerimos a mais recente obra literária do jovem escritor angolano Ondjaki, «A Bicicleta que Tinha Bigodes».« Sonhei com a bicicleta bem colorida, os da minha rua brincavam com ela, o CamaradaMudo ria muito, a AvóDezanove dizia para termos cuidado para não sermos atropelados por nenhum carro e para não atropelarmos mais nenhum bicho, a bicicleta do meu sonho era bem grande e zunia muito, amarela nas rodas, o quadro e o volante eram vermelhos e os para-lamas assim pretos, só que à frente, um pouco abaixo da zona do volante, ninguém ainda tinha visto: a bicicleta tinha uns bigodes iguais aos do tio Rui...
Da mestria incomparável do jovem autor Ondjaki, uma história sem luz elétrica.»
Editora: Caminho
Podem ler uns excertos aqui.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
V «Pedala todos os dias...»
No início uma pessoa entusiasma-se. Ver alguém a andar de bicicleta nas ruas de Lisboa parece um acontecimento que não se pode deixar escapar à máquina fotográfica...


Mas quando andamos de bicicleta todos os dias -- e ainda mais porque tem de ser --, ver outras pessoas a andar de bicicleta conforta-nos, gostamos de dividir a estrada com elas, vamos nas suas rodas, sorrimos e acenamo-lhes do outro lado da via... Deixamos de ver estes encontros como algo extraordinário, ainda que continue a sê-lo, ainda que continue a ser raríssimo encontrar outra pessoa a deslocar-se de bicicleta na mesma rua, no mesmo instante que nós.


É fácil de constatar que a maioria dos blogues pessoais sobre a utilização da bicicleta como meio de transporte nas cidades são escritos entusiasmada e precisamente por quem começou há pouco tempo a usar este modo de transporte. Ter um blogue nesses termos significa partilhar experiências e aprender mais sobre o assunto, muito mais que querer ensinar alguma coisa a alguém.
Duplica-se informação, sintetizam-se conhecimentos, mostram-se muitos exemplos, ilustram-se muitas situações e expõem-se soluções para problemas concretos do dia-a-dia que experimentámos com a nossa própria utilização da bicicleta ou que aprendemos com alguém...
Depois, utilizar a bicicleta como meio de transporte e todos os assuntos relacionados com isso, deixam de ser novidade... desistimos um pouco de lutar pelo que ainda tem de ser reivindicado e simplesmente queremos continuar a pedalar pois a bicicleta passou a ser uma extensão natural do nosso corpo e não estranhamos mais nada.


Mesmo assim, por vezes não quero deixá-las ir sem fixar aquele momento em que passaram... Pedalo atrás delas, desvio caminho, disparo de longe sem focar, apanho-as de soslaio ou várias vezes... Penso sempre que, tal como eu, há-de haver sempre gente entusiasmada por esta velha máquina como se de uma invenção nova sempre se tratasse. E quero partilhar isso. Quero celebrar essa imaginação das ruas da cidade cheias de bicicletas de cá para lá e de lá para cá... durante todo o ano!


Clicar nas fotografias para aumentar.
Mas quando andamos de bicicleta todos os dias -- e ainda mais porque tem de ser --, ver outras pessoas a andar de bicicleta conforta-nos, gostamos de dividir a estrada com elas, vamos nas suas rodas, sorrimos e acenamo-lhes do outro lado da via... Deixamos de ver estes encontros como algo extraordinário, ainda que continue a sê-lo, ainda que continue a ser raríssimo encontrar outra pessoa a deslocar-se de bicicleta na mesma rua, no mesmo instante que nós.
É fácil de constatar que a maioria dos blogues pessoais sobre a utilização da bicicleta como meio de transporte nas cidades são escritos entusiasmada e precisamente por quem começou há pouco tempo a usar este modo de transporte. Ter um blogue nesses termos significa partilhar experiências e aprender mais sobre o assunto, muito mais que querer ensinar alguma coisa a alguém.
Duplica-se informação, sintetizam-se conhecimentos, mostram-se muitos exemplos, ilustram-se muitas situações e expõem-se soluções para problemas concretos do dia-a-dia que experimentámos com a nossa própria utilização da bicicleta ou que aprendemos com alguém...
Depois, utilizar a bicicleta como meio de transporte e todos os assuntos relacionados com isso, deixam de ser novidade... desistimos um pouco de lutar pelo que ainda tem de ser reivindicado e simplesmente queremos continuar a pedalar pois a bicicleta passou a ser uma extensão natural do nosso corpo e não estranhamos mais nada.
Mesmo assim, por vezes não quero deixá-las ir sem fixar aquele momento em que passaram... Pedalo atrás delas, desvio caminho, disparo de longe sem focar, apanho-as de soslaio ou várias vezes... Penso sempre que, tal como eu, há-de haver sempre gente entusiasmada por esta velha máquina como se de uma invenção nova sempre se tratasse. E quero partilhar isso. Quero celebrar essa imaginação das ruas da cidade cheias de bicicletas de cá para lá e de lá para cá... durante todo o ano!
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Bicicletas na moda
Tenho sempre pena de uma bicicleta estacionada no decor da montra de uma loja que não a vende. Se a vendesse, haveria ainda a esperança de a bicicleta rolar na rua, mas assim... Não faço sequer ideia de qual será o seu destino quando acabar a estação.
Porém, as bicicletas são uma tendência gráfica, estética, ilustrativa, que de volta e meia nos seduz enquanto ajuda a vender outro artigo qualquer. Esta fotografia foi feita no interior de uma loja de lingerie num centro comercial em Lisboa. Aqui esta bicicleta em tons de beje e rosa-cueca ajuda a vender isso mesmo, cuecas, meias e as restantes peças de roupa interior.
Fica bonita, não fica? Mas tenho a certeza que ainda ficaria mais bonita a rolar ao sol numa dessas ruas da capital.
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